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Entrou água: Semop apreende equipamento de som do DJ Maroca no mar da Barra

Órgão diz que DJ realiza a atividade sem a autorização de uso de som e que configura poluição sonora

O equipamento de som de Mário César, 62 anos, o DJ Maroca, foi apreendido por volta das 21h desta segunda-feira (7) por técnicos da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), acompanhados de agentes da Transalvador e da Polícia Militar. Também conhecido como DJ Aquático, ele ganhou notoriedade nas redes sociais depois que o CORREIO publicou um vídeo em que Maroca aparece arrastando vários banhistas no Porto da Barra enquanto circulava com o seu “caiaque elétrico”.

A caixa de som de Maroca foi apreendida na praia que fica ao lado do Farol da Barra, onde ele costuma embarcar. O equipamento foi levado por uma Kombi da Semop. O órgão informou que iria fazer a apreensão, porque Maroca “insiste em realizar a atividade sem a autorização de uso de som e também por configurar poluição sonora”. “A atividade não possui qualquer tipo de licença e coloca em risco a segurança dos banhistas”, disse a Semop.

Na última sexta-feira (4), a secretaria havia divulgado nota, afirmando que foi acionada pela 11ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Barra), devido às “diversas irregularidades do evento e os problemas que vem causando”.

O advogado de Maroca, Matheus Freitas, argumentou que o DJ não iria realizar qualquer tipo de evento e que apenas repetiria o que faz há três anos, ou seja, “sai por aí com o seu caiaque ouvindo um som”.

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“O povo, quando vê uma música, já viu, né? Não tem registro de confusão nenhuma”, disse o DJ após a apreensão, sobre as pessoas terem ido atrás dele. Maroca deixou o caiaque no mar e foi para casa. A embarcação foi trazida para a beira por agentes da Semop, e o equipamento, retirado. “Tenho meu caiaque há três anos e fico tocando no mar, vou pela Marina, pela Vitória, nunca recebi uma reclamação por causa do meu som”, garantiu o DJ. 

Banhistas, familiares e fãs de Maroca criticaram a ação e vaiaram a apreensão. “Um absurdo fazer isso com alguém que quer fazer a alegria das pessoas”, disse um casal de turistas de São Paulo.

“Prefiro ser criticado por impedir a realização de um evento irregular, que coloca em risco a vida das pessoas, do que ser culpabilizado depois por uma ocorrência mais grave”, afirmou, em nota, o secretário de Ordem Pública, Marcus Passos.

*Fonte: Jornal Correio!

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