“O Barradão é o verdadeiro estádio do Vitória”, diz Geninho sobre retorno

Nesta terça-feira (8), o Vitória volta ao Barradão após mandar três jogos na Arena Fonte Nova. Hoje, véspera do confronto com o Oeste, Geninho comemorou o retorno ao estádio.

“Bom voltar ao Barradão. Acho que o Barradão é o verdadeiro estádio do Vitória. É aqui que praticamente nasceu, conseguiu grandes feitos”, disse.

O técnico elogiou a Arena, mas refirmou que o time prefere atuar no Barradão. “Claro que temos uma arena maravilhosa, é maravilhoso jogar na arena, mas acho que aqui é nossa casa, onde treinamos, onde temos o nosso dia a dia. Até os jogadores se sentem melhor aqui. Espero que a volta ao Barradão nos traga de volta os bons resultados”. 

O treinador também destacou a importância da partida. “É um jogo importantíssimo. Estamos partindo para uma fase de definição. É importante que não desgarre dos adversários, porque fica difícil conseguir a recuperação. Temos um jogo difícil, é difícil jogar contra o Oeste, porque é um adversário que às vezes faz uma marcação alta; quando perde a bola, volta todo mundo; joga no erro do adversário. Temos que tomar cuidado para, quando sair jogando, sair protegido e não ser pego num contra-ataque ou num espaço que você deixa. É um jogo complicado, mas nós temos que fazer a vitória. Não temos outro pensamento a não ser uma vitória amanhã”.

Já sobre os diversos desfalques, Geninho preferiu não lamentar. “Eu procuro nunca chorar a perda do jogador. Procuro valorizar quem eu vou utilizar. É uma coisa natural de acontecer. Eu nunca gosto de lesão, porque é uma coisa ruim, prejudica o profissional. Às vezes, por um longo tempo, como é o caso do Ruy, que vai ficar praticamente 30 dias fora, uma lesão grave num treinamento. Então você lamenta. Mas cartões, às vezes uma pequena lesão… Nessa reta final… Nós estamos entrando praticamente no último terço do campeonato. Falta um mês e 20 dias para que a gente termine o campeonato. É uma coisa que você vai ter que saber conviver com ela. Então você tem que preparar o grupo todo. É uma coisa que a gente tem trabalhado muito com esse grupo. Tem que haver uma motivação e uma mobilização total do grupo, porque, de repente, você vai utilizar um jogador que não estava sendo utilizado, porque vai haver necessidade. A gente torce para que ninguém mais se contunda, a gente torce para que o jogador consiga levar bem o número de cartões. Mas você tem quase certeza de que algumas dessas coisas vão acontecer. Claro que eu gostaria de ter o grupo inteiro. É muito melhor para mim. As opções, para mim, são muito melhores. Mas eu procuro não ficar reclamando do jogador que não vai jogar. Eu procuro dar muita moral e muita força para aquele que vai jogar o jogo”.

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